quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
«Porque o português que ganha eleições é como Jano, com uma cara na regressão do avô tirano e outra no avançar. Só é grande político o que consegue dialogar directamente com esse inconsciente colectivo.»
José A. Maltez , «Contra a tirania das maiorias, laranjas ou cor de rosa!», in Sobre o tempo que passa, blogger.com, 16.09.09, http://tempoquepassa.blogspot.com/
José A. Maltez , «Contra a tirania das maiorias, laranjas ou cor de rosa!», in Sobre o tempo que passa, blogger.com, 16.09.09, http://tempoquepassa.blogspot.com/
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
Autáquicas - informações 'on-line'
Alguns sites onde poderá obter informações partidárias, para as eleições autárquicas (enfim, pelo menos em alguns o CDS-PP, parece estar em «falta»).
Da esquerda para a direita...
CDU - http://www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=36&Itemid=80
BE-http://loule2009.blogspot.com
PS - http://www.vairinhos2009.com/
PSD - http://www.seruca2009.org/psd-loule-aprova-recandidatura-do-presidente-seruca-emidio-a-camara-municipal.html
CDS-PP - http://www.cds.pt/rubricas.aspx?id_seccao=59&id_rubrica=639&ord=2
Da esquerda para a direita...
CDU - http://www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=36&Itemid=80
BE-http://loule2009.blogspot.com
PS - http://www.vairinhos2009.com/
PSD - http://www.seruca2009.org/psd-loule-aprova-recandidatura-do-presidente-seruca-emidio-a-camara-municipal.html
CDS-PP - http://www.cds.pt/rubricas.aspx?id_seccao=59&id_rubrica=639&ord=2
"Noite dos Cientistas"
Cientistas ao Palco na Noite dos Investigadores em Olhão
Sexta, 25 de Setembro de 2009 às 10:00
No próximo dia 25 de Setembro, Olhão recebe a Noite dos Investigadores 2009, um evento organizado localmente pelo Centro Regional para a Inovação do Algarve (CRIA) da UAlg e pela Natura Algarve. A iniciativa, que engloba o projecto Cientistas ao Palco, vai decorrer no Ria Shopping e é de entrada livre.
A Noite dos Investigadores acontece tradicionalmente em toda a Europa na 4.ª sexta-feira do mês de Setembro, que este ano coincide com o dia 25 de Setembro. O evento tem por meta estimular a reflexão, a discussão e o debate público sobre o quotidiano dos investigadores, o poder e as limitações do trabalho que desenvolvem, os sucessos e as frustrações, as decisões que têm de assumir e o impacto da ciência na sociedade.
É com este objectivo que todos os anos se organizam em vários países da Europa um conjunto de actividades dirigidas a pessoas de todas as idades e que colocam o público em contacto com os investigadores num ambiente não científico.
Mostrar ao público em geral o que é isso de se ser cientista através do teatro e das artes visuais é o que se prepara para fazer o Cientistas ao Palco, no dia 25 de Setembro.
Cientistas ao Palco é um dos projectos portugueses seleccionado pela Comissão Europeia para a Noite dos Investigadores deste ano. De Norte a Sul do país, em Lisboa, Porto Coimbra e Olhão os próprios cientistas vão subir ao palco para interpretarem várias performances produzidas para o evento.
Ao mesmo tempo das artes performativas, pessoas de todas as idades vão poder participar numa série de actividades interactivas de ciência. Do início da tarde até ao final da noite o público terá oportunidade de conhecer, experimentar, reflectir e debater a ciência e os seus actores principais: os cientistas.
Mais informações sobre a iniciativa disponíveis em http://cientistasaopalco.com/ e em http://cientistasaopalco.blogspot.com/
Sexta, 25 de Setembro de 2009 às 10:00
No próximo dia 25 de Setembro, Olhão recebe a Noite dos Investigadores 2009, um evento organizado localmente pelo Centro Regional para a Inovação do Algarve (CRIA) da UAlg e pela Natura Algarve. A iniciativa, que engloba o projecto Cientistas ao Palco, vai decorrer no Ria Shopping e é de entrada livre.
A Noite dos Investigadores acontece tradicionalmente em toda a Europa na 4.ª sexta-feira do mês de Setembro, que este ano coincide com o dia 25 de Setembro. O evento tem por meta estimular a reflexão, a discussão e o debate público sobre o quotidiano dos investigadores, o poder e as limitações do trabalho que desenvolvem, os sucessos e as frustrações, as decisões que têm de assumir e o impacto da ciência na sociedade.
É com este objectivo que todos os anos se organizam em vários países da Europa um conjunto de actividades dirigidas a pessoas de todas as idades e que colocam o público em contacto com os investigadores num ambiente não científico.
Mostrar ao público em geral o que é isso de se ser cientista através do teatro e das artes visuais é o que se prepara para fazer o Cientistas ao Palco, no dia 25 de Setembro.
Cientistas ao Palco é um dos projectos portugueses seleccionado pela Comissão Europeia para a Noite dos Investigadores deste ano. De Norte a Sul do país, em Lisboa, Porto Coimbra e Olhão os próprios cientistas vão subir ao palco para interpretarem várias performances produzidas para o evento.
Ao mesmo tempo das artes performativas, pessoas de todas as idades vão poder participar numa série de actividades interactivas de ciência. Do início da tarde até ao final da noite o público terá oportunidade de conhecer, experimentar, reflectir e debater a ciência e os seus actores principais: os cientistas.
Mais informações sobre a iniciativa disponíveis em http://cientistasaopalco.com/ e em http://cientistasaopalco.blogspot.com/
Fonte:
Aviso -Bibliotecas Campos da Penha
Bibliotecas do Campus da Penha encerradas a partir de 1 de Setembro
Em virtude do processo de fusão, e, consequentemente, da transferência dos respectivos fundos documentais para a nova Biblioteca do Campus da Penha, as Bibliotecas da ESEC, ESGHT e ISE encerrarão no próximo dia 1 de Setembro. A abertura da Biblioteca do Campus da Penha está prevista para a primeira semana de Outubro.
O público que utilizar os serviços de empréstimo até ao dia 31 de Agosto beneficiará de um período alargado para a devolução de livros, que deverá ocorrer já nas novas instalações da Biblioteca.
Fonte:
http://www.ualg.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=31548&Itemid=1483&lang=pt
Em virtude do processo de fusão, e, consequentemente, da transferência dos respectivos fundos documentais para a nova Biblioteca do Campus da Penha, as Bibliotecas da ESEC, ESGHT e ISE encerrarão no próximo dia 1 de Setembro. A abertura da Biblioteca do Campus da Penha está prevista para a primeira semana de Outubro.
O público que utilizar os serviços de empréstimo até ao dia 31 de Agosto beneficiará de um período alargado para a devolução de livros, que deverá ocorrer já nas novas instalações da Biblioteca.
Fonte:
http://www.ualg.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=31548&Itemid=1483&lang=pt
Curso de Mecânica Aplicada ao Golfe -UALG
Inscrições abertas até 17 de Setembro para curso de Mecânica Aplicada ao Golfe
No âmbito da parceria entre a Associação Portuguesa de Greenkeepers e a UAlg, a Plataforma Golfe está a organizar cursos de especialização de curta duração no âmbito da gestão e manutenção de campos de golfe e espaços verdes. No próximo dia 17 de Setembro terá início o curso de Mecânica Aplicada ao Golfe.
Em regime pós-laboral, o curso de Mecânica Aplicada ao Golfe decorrerá nas instalações da UAlg às quintas e sextas-feiras, das 19h00 às 23h00 e aos sábados, altura em que terão lugar visitas a campos de golfe com a realização das operações de afinação e manutenção das máquinas utilizadas nesses espaços. O curso decorrerá entre 17 de Setembro e 3 de Outubro, tem uma duração de 44 horas e o custo de inscrição é de 275€.
O principal objectivo deste curso é dotar os formandos de competências na área da mecânica aplicada às máquinas e equipamentos utilizados na manutenção dos campos de golfe. Além de conceitos teóricos e práticos sobre funcionamento, manutenção e reparação de buggies, serão abordados os conceitos teóricos e os cuidados práticos de manutenção e reparação dos motores de combustão, sistemas hidráulicos e sistemas eléctricos relacionados com as máquinas de corte, descompactação e topdressing, entre outras, utilizadas nos campos de golfe.
Os formadores serão João Pedro, Fernando Dias, José Sabino e César Correia, todos profissionais no activo em empresas ligadas à manutenção dos campos de golfe.
Sobre a Plataforma Golfe da UAlg
A Plataforma Golfe é um projecto inovador da UAlg, criado em Maio de 2008, que visa disponibilizar aos campos de golfe e empresas associadas um leque de serviços laboratoriais e de consultadoria técnico-científica, apostando igualmente no fomento da investigação aplicada ao sector do golfe, e no desenvolvimento de novos programas de formação profissional. Mais informações em www.plataformagolfe.com ou em http://twitter.com/plataformagolfe.
Inscrições para as acções de formação:
João Mil-Homens – coordenador da Plataforma do Golfe da UAlg
joaomh@ualg.pt
Fonte: www.ualg.pt
No âmbito da parceria entre a Associação Portuguesa de Greenkeepers e a UAlg, a Plataforma Golfe está a organizar cursos de especialização de curta duração no âmbito da gestão e manutenção de campos de golfe e espaços verdes. No próximo dia 17 de Setembro terá início o curso de Mecânica Aplicada ao Golfe.
Em regime pós-laboral, o curso de Mecânica Aplicada ao Golfe decorrerá nas instalações da UAlg às quintas e sextas-feiras, das 19h00 às 23h00 e aos sábados, altura em que terão lugar visitas a campos de golfe com a realização das operações de afinação e manutenção das máquinas utilizadas nesses espaços. O curso decorrerá entre 17 de Setembro e 3 de Outubro, tem uma duração de 44 horas e o custo de inscrição é de 275€.
O principal objectivo deste curso é dotar os formandos de competências na área da mecânica aplicada às máquinas e equipamentos utilizados na manutenção dos campos de golfe. Além de conceitos teóricos e práticos sobre funcionamento, manutenção e reparação de buggies, serão abordados os conceitos teóricos e os cuidados práticos de manutenção e reparação dos motores de combustão, sistemas hidráulicos e sistemas eléctricos relacionados com as máquinas de corte, descompactação e topdressing, entre outras, utilizadas nos campos de golfe.
Os formadores serão João Pedro, Fernando Dias, José Sabino e César Correia, todos profissionais no activo em empresas ligadas à manutenção dos campos de golfe.
Sobre a Plataforma Golfe da UAlg
A Plataforma Golfe é um projecto inovador da UAlg, criado em Maio de 2008, que visa disponibilizar aos campos de golfe e empresas associadas um leque de serviços laboratoriais e de consultadoria técnico-científica, apostando igualmente no fomento da investigação aplicada ao sector do golfe, e no desenvolvimento de novos programas de formação profissional. Mais informações em www.plataformagolfe.com ou em http://twitter.com/plataformagolfe.
Inscrições para as acções de formação:
João Mil-Homens – coordenador da Plataforma do Golfe da UAlg
joaomh@ualg.pt
Fonte: www.ualg.pt
terça-feira, 8 de Setembro de 2009

A CRISE DO ESTADO SOBERANO OU DA CIRCUNSTÂNCIA DO ESTADO EXÍGUO
Aquando da sua participação no ciclo de conferências "Horizontes do Futuro", uma iniciativa da Câmara Municipal de Loulé, Adriano Moreira, o primeiro convidado deste ciclo, propôs de «alguma maneira para avaliar como está a relação do país com os desafios do nosso tempo», salientar os «novos desafios», com que se depara a sociedade e política nacional.
Numa retrospectiva histórica, desde o "Ultimato" de 1890 até aos nossos dias, analisou a questão das fronteiras, dos alinhamentos políticos nas dimensões geopolítica e geoestratégica nacional; e as alterações na estrutura política, com estas intricadas.
Três questões se salientam: a das fronteiras, do carácter sacralizado ao «apontamento administrativo»; a do frágil equilíbrio entre dependência externa (Europeia), globalismo e reservas nacionais; e a necessidade de se repensar a «atitude nacional» face às (novas) instituições.
«Estas respostas precisam de lideranças mas de entendimento da sociedade civil que acompanhe isso, que a relação entre a população e aqueles a quem delega o poder que essa relação de confiança seja restaurada. A falta de confiança é uma das debilidades maiores (…)»(1).
No panorama actual «"coexistem três gerações distintas, com olhares distintos sobre o futuro": a geração que não queria que a estrutura tivesse mudado e que tende a diminuir, a geração que assume o poder e que não pode fazer previsões a longo prazo devido às exigências do poder, e os jovens para quem o futuro é urgente e que olham para os que assumem o poder com uma certa distância e ignorância»(2).
«Segundo Adriano Moreira, Portugal está a caminhar para um "Estado exíguo", isto é, começa a sentir o défice da relação dos seus objectivos e das suas capacidades que tem ao seu dispor. Como tal, tem neste momento uma série de questões para responder e tem de ser assumido para uma redefinição sólida do que se pode fazer. Numa altura em que a ideia de que a soberania renascentista já não vigora e que está é um poder funcional e de cooperação com outras soberanias, vão-se ver em função das suas capacidades, este catedrático acredita que é necessária a formação, a excelência, competição interna e externa.» (3)
Esta questão do «Estado exíguo» insere-se portanto, em todo o fenómeno de crise do Estado soberano e não do Estado nacional. As fronteiras são plúrimas e não coincidentes (por exemplo, a nossa fronteira cultural é a da CPLP, a de segurança a Nato, eventualmente a coordenar com p pilar europeu, a económica a EU). Esta integração em espaços diferenciados, seja pelos participantes, ou pelos objectivos, seja por ambos, conduz a uma reformulação na hierarquia dos poderes na cena internacional (na «hierarquia das potências») e encaminha para que se qualifiquem os Estados pequenos de exíguos.
Numa retrospectiva histórica, desde o "Ultimato" de 1890 até aos nossos dias, analisou a questão das fronteiras, dos alinhamentos políticos nas dimensões geopolítica e geoestratégica nacional; e as alterações na estrutura política, com estas intricadas.
Três questões se salientam: a das fronteiras, do carácter sacralizado ao «apontamento administrativo»; a do frágil equilíbrio entre dependência externa (Europeia), globalismo e reservas nacionais; e a necessidade de se repensar a «atitude nacional» face às (novas) instituições.
«Estas respostas precisam de lideranças mas de entendimento da sociedade civil que acompanhe isso, que a relação entre a população e aqueles a quem delega o poder que essa relação de confiança seja restaurada. A falta de confiança é uma das debilidades maiores (…)»(1).
No panorama actual «"coexistem três gerações distintas, com olhares distintos sobre o futuro": a geração que não queria que a estrutura tivesse mudado e que tende a diminuir, a geração que assume o poder e que não pode fazer previsões a longo prazo devido às exigências do poder, e os jovens para quem o futuro é urgente e que olham para os que assumem o poder com uma certa distância e ignorância»(2).
«Segundo Adriano Moreira, Portugal está a caminhar para um "Estado exíguo", isto é, começa a sentir o défice da relação dos seus objectivos e das suas capacidades que tem ao seu dispor. Como tal, tem neste momento uma série de questões para responder e tem de ser assumido para uma redefinição sólida do que se pode fazer. Numa altura em que a ideia de que a soberania renascentista já não vigora e que está é um poder funcional e de cooperação com outras soberanias, vão-se ver em função das suas capacidades, este catedrático acredita que é necessária a formação, a excelência, competição interna e externa.» (3)
Esta questão do «Estado exíguo» insere-se portanto, em todo o fenómeno de crise do Estado soberano e não do Estado nacional. As fronteiras são plúrimas e não coincidentes (por exemplo, a nossa fronteira cultural é a da CPLP, a de segurança a Nato, eventualmente a coordenar com p pilar europeu, a económica a EU). Esta integração em espaços diferenciados, seja pelos participantes, ou pelos objectivos, seja por ambos, conduz a uma reformulação na hierarquia dos poderes na cena internacional (na «hierarquia das potências») e encaminha para que se qualifiquem os Estados pequenos de exíguos.
Crente da posição geoestratégica de Portugal e da imprescidível ligação aos PALOPS, reforça a necessidade de proceder a alguma reformulação dos conceitos diplomáticos e reforçar a cooperação no quadro da CPLP.(4)
Ref. Bib./ Links:
(1)http://www.cm-loule.pt/index.php?option=com_noticias&id=3508
(2)Idem
(3) Idem
(4) Cf. Moreira, Adriano, «Situação Internacional Portuguesa», in Análise Social, vol. XXXV(154-155), 2000, 315-326, disponível on-line in http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218810566N2qVI4ev0Ez61VI2.pdf (consultado em 8/09/09
Vide:http://www.segurancaedefesa.pt/noticias/noticia14.php
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Os Guardiões dos Sonhos. Teorias e Práticas Políticas dos Anos 60

Podemos ser críticos do «revolucionismo», da utopia, do estrangeirismo, dos rumos seguidos, desde então, do conformismo vingente, daqueles que são hoje sexagenários.
Ser jovem na década de 60, foi viver intensamente um mundo em transformação, foi participar nessa transformação.
Na quinta-feira passada foi lançada a obra Os guardiões dos sonhos. Teorias e Práticas Políticas dos anos 60, da Prof.Doutora Cristina Montalvão Sarmento.
A apresentação no CNC foi exemplarmente escolhida. Participaram no evento os Professores Doutores José Adelino Maltez, JoãoGuerreiro (Magnífico Reitor da Ualg), José Esteves Pereira (DEP/FCSH-UNL), João Luís Lisboa (CHC-FCSH-UNL) e G.Oliveira Martins (CNC) - alguns, como sabemos, membros dessa geração elite.
Sinopse:
Jovens americanos recusam fazer a guerra, emergem comunidades marginais, surge uma nova esquerda, despontam outros ritmos musicais e ensaiam-se experiências psicadélicas. Os checos inventam a Primavera na política e os estudantes contestam. Em Berlim instalam a Universidade crítica e em Londres a anti-Universidade, acontecimentos potenciados pela crise que desestabiliza a democracia francesa. Fenómeno globalizado que conflui numa crítica radical, marca dos anos sessenta e do imaginário colectivo, num contexto cujas influências teóricas e práticas políticas são aqui compreendidas à luz da Ciência Política
Para mais detalhes:
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